Arquivo da categoria: Contracapa

O leitor misterioso - Crônica sobre livros

O Leitor Misterioso

No domingo à noite, vi o primeiro suspeito. Parecia ser uma senhora – eu estava a uns 50 metros de distância -, vestindo um casaquinho verde, daqueles de senhora mesmo, como uma personagem do jogo de tabuleiro Detetive. Descobri sem querer, havia descido para deixar

Parafilias de Alexandre Marques Rodrigues Resenha

Sexo combina com solidão

Parafilias Primeiro livro de Alexandre Marques Rodrigues fala sobre o sexo e a solidão com sutileza, sem soar piegas. Acabei de ler Parafilias (Editora Record), primeiro livro do contista Alexandre Marques Rodrigues. Eu o conheci há cerca de um mês, quando pudemos conversar dentro da Tarrafa

Por que eu leio tantos livros? O livro salva!

O livro salva

Por que eu leio tantos livros? O livro alivia sofrimentos, independente dos motivos das dores. É um descanso mental e pode se relacionar com as emoções e com seu momento. Conheci uma moça na semana passada. Ela me disse com todas as letras: não leio

Sempre em Movimento - Oliver Sacks

Sempre em movimento

O amor nasce nos neurônios Oliver Sacks mostra suas várias faces, profundas inquietações e incríveis resultados como médico em Sempre em Movimento. O melhor livro que li em 2015! Não sentia, há algum tempo, uma sensação contraditória diante de um livro. Acabei de ler Sempre em

books-and-money

O preço dos livros

O caminho que machuca o escritor Será mesmo que os livros no Brasil são caros? Depois que a tradicional livraria Leonardo da Vinci, no Rio de Janeiro, falou em fechar as portas e a Amazon quebrou a banca virtual com descontos de até 80%, renasceu

O Fofoqueiro

Contracapa

O fofoqueiro ou (o desesperador desejo de encontrar outro de sua espécie) Minha mulher adora dizer que sou fofoqueiro. Beth garante que, intencionalmente, escuto conversas em restaurantes, bares, filas de banco. Desisti de repetir argumentos como “as pessoas falam alto demais”, “a conversa entrou pelos

Renascença

Contracapa

Game over literário Quando os livros e os video games colidem. Não jogo videogames. Minha história com eles começou aos 13 anos, quando ganhei um Atari do meu pai e terminou aos 17, quando arriscava cestas de três pontos na NBA, no Master System de